
CONCEITO E HOMENAGEADOS
O ano começou e com ele o 32º JGE. Nosso orgulho é abrir anualmente o calendário cultural do estado de Pernambuco, assim como o reconhecimento de sermos um dos mais importantes festivais de artes cênicas e música do país. Mantendo sempre nossas principais características: a pluralidade e a diversidade da cultura e seus artistas.
Para a edição de 2026 criamos juntamente com o conselho consultivo (Everson Melquiades, Júnior Sampaio e Rudimar Constâncio) e o produtor geral do festival (Paulo de Castro) o conceito que tem a função de dar o norte do evento visando celebrar e homenagear quem faz a diferença nas artes pernambucanas.
Em 2026 comemoramos os 60 anos de Chico Sciense, músico e criador do Movimento Manguebeat. Momento mais que especial para dedicar a homenagem a esse tão importante símbolo da cultura pernambucana.
Chico Science foi uma das figuras mais revolucionárias da música brasileira nos anos 1990, responsável por projetar o Recife e Pernambuco no mapa da música mundial. Mais do que músico, Chico foi um pensador popular e um catalisador cultural. Chico explorou o hip hop, o funk, o rap e as sonoridades afro-brasileiras, até criar uma estética própria: o Manguebeat, um movimento musical e cultural que traduziu a vida do mangue em expressão artística. Sciense encontrou sua formação ideal com a banda Chico Science & Nação Zumbi, cujo nome evocava as raízes africanas, a resistência quilombola e a modernidade sonora.
A obra de Chico Science foi profética ao antecipar temas contemporâneos como a Economia Criativa, o cooperativismo, o empreendedorismo cultural e o fortalecimento da identidade local com alcance global. Seguindo o princípio de Tolstói — “fale de sua aldeia e estará falando do mundo” — Chico transformou personagens locais em ícones culturais, como Biu do Olho Verde, Galeguinho do Coque e a perna cabeluda, incorporando o imaginário popular nordestino em canções que ecoaram pelo Brasil e pelo mundo.
Suas criações não se limitaram à música: lançou gírias, visual estético (com destaque para o chapéu de palha, óculos escuros e tênis), e influenciou gerações com seu estilo único. Até hoje, no Carnaval, sua figura é celebrada em fantasias e homenagens, como a realizada por João Gomes em 2024. Seu legado também vive em iniciativas como o Memorial Chico Science, a Ocupação Itaú Cultural de 2010, e em diversas homenagens musicais e institucionais, como avenidas, túneis e esculturas urbanas.
Chico também foi um agregador de talentos. Em sua trajetória, valorizou a parceria e a coletividade, promovendo artistas populares como Lia de Itamaracá e Mestre Salu, além de incluir amigos e colegas nas suas criações, como Jorge Du Peixe, Gira e Gilmar Bola 8.
Chico compreendia seu lugar na história e fazia questão de construir pontes entre gerações e estilos.
Chico Science faleceu precocemente, mas sua memória permanece viva, atual e necessária.
Chico Science foi um gênio criativo que soube “falar de sua aldeia para falar do mundo”. Com sua música e pensamento cultural, elevou o Recife ao protagonismo artístico e mostrou que da lama pode brotar poesia, som, crítica e transformação social. O Movimento Mangue permanece vivo como símbolo de resistência, coletividade e invenção. Seu legado é, mais do que musical, um projeto de cultura, resistência e identidade — um convite constante a se antenar para o novo, sem esquecer as raízes.
Em 2026 teremos mais de 100 espetáculos na grade de apresentações e, pela primeira vez teremos ESPETÁCULO DE ÓPERA em nossa programação. Teremos também O 2º JANEIRO DE CENAS CURTAS, FESTIVAL DE PALHAÇARIA, CICLO DE LEITURAS DRAMÁTIZADAS, atividades formativas e lançamento de livros.
Homenagearemos outras personalidades que fazem a cultura acontecer em nosso estado, tais como:
Rudimar Constâncio
Historiador; Pesquisador; Professor; Arte/Educador; Ator; Diretor Teatral; Pós- doutorando, UFPE, 2024/2025; Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Londrina, PR, 2018/2022; Mestre em Ciências da Educação pela Universidade da Madeira (UMa, em Portugal), 2013/2015; Especialista em Ensino das Artes (UFPE) 2006/2008; na atualidade é o Consultor e Curador do IX Congresso Internacional SESC de Arte/ Educação; Foi Gerente Executivo do Sesc Piedade por 25 anos e Gerente Regional de Cultura por 5 anos.
Everson Melquíades
Everson Melquíades Ator; Arte/Educador; Pesquisador social; Professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Diretor Presidente da Escolinha de Arte do Recife e Doutor em Educação pela UFPE. Atua na área da Cultura, da Arte, da Educação e nos Movimentos Sociais e Populares desde 1988.
Júnior Sampaio
1963 – Salgueiro – PE – Brasil), Luso – Brasileiro, Ator, Dramaturgo, Encenador e Professor. Mestre em Interpretação/Encenação pelo Instituto Politécnico do Porto – IPP - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo – ESMAE, Porto – Portugal. Profissionalizou- se no Teatro/Escola Macunaíma (São Paulo), onde foi distinguido com o Prémio de Melhor Ator em “Vítimas do Dever”, de Eugéne Ionesco. É Diretor Artístico desde a sua formação, durante 32 anos, do ENTREtanto TEATRO, companhia de teatro residente 30 anos em Portugal e atualmente reside na cidade do Recife – Pernambuco - Brasil.
Paulo de Castro
A bagagem de Paulo de Castro, produtor-geral do JGE, envolve ampla experiência como artista e como representante da classe artística. Paulo de Castro assinou a produção de mais de 50 musicais, atuou em dezenas de espetáculos, e participou, na condição de programador, de diversos festivais na América Latina, Europa e China. A produção da Mostra Brasileira de Dança também tem a sua assinatura. Natural de Caiçara, na Paraíba, Paulo de Castro recebeu cidadanias Recifense e Pernambucana da Câmara Municipal de Recife e da Assembleia Legislativa do Estado. À frente da classe artística, encabeçou a Federação de Teatro Amador de Pernambuco (Fetaepe) e o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão (Sated/PE)
Paulo de Pontes
Ator e diretor, natural do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira no Recife em 1984. Atuou em mais de cem espetáculos teatrais, em TV e cinema. Atualmente, integra o elenco dos espetáculos Sueño e O Ninho, Um Recado da Raiz, de Newton Moreno, e dirige Yerma Atemporal, de Simone Figueiredo. Na televisão, fez os seriados A Diarista e A Fórmula, a minissérie Amorteamo, o filme especial A Presepada, O Sertão Vai Virar Mar, todos na Globo. No SBT, atuou nas novelas Polyana Moça, Carinha de Anjo e Amigas e Rivais. No JGE, é coordenador do Conselho Consultivo, da Comissão de Seleção e da comissão julgadora e integra a Gerência de Programação.
Ângela Fischer Dança | Circo
Ângela Maria Fischer Ferreira, nascida em 03 de junho de 1956, é uma das mais importantes referências da dança popular brasileira. Co-fundadora do Balé Popular do Recife em 1977, participou da criação, montagem e atuação de todos os espetáculos do grupo. Coordenadora administrativa, coreógrafa e aderecista, Ângela também assinou a direção artística de grandes eventos e diversas temporadas do Balé Popular do Recife no Teatro Apolo. Com sólida carreira internacional, representou o Brasil em países como França, Israel, Canadá, Argentina, Holanda, Cuba, Portugal, China e Venezuela. Para saber mais sobre ela. Ela faz parte da Comissão de Seleção do JGE 2026.
Eron Villar Teatro
Eron Villar é ator, diretor, iluminador e dramaturgo, escritor e roteirista (DRT 3543/PE), possui 28 anos de carreira artística, já participou de mais de 50 espetáculos de teatro e dança, com alguns prêmios e viagens internacionais na mochila como França, Argentina, República Dominicana, Paraguai, Uruguai, Cuba e Espanha. Formado como ator pelo Curso Regular de Teatro do SESC (1999) e graduado em Licenciatura Em Educação Artística - Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Doutorando e Mestre em Estudos Literários pela UFPE (2023). Faz assistência de direção e iluminação da Paixão de Cristo do Recife, desde 2019.
Walmir Chagas Teatro | Música
Mayra Waquim Circo | Dança
Mayra Waquim teve seu encontro com a arte teatral em 1998 quando ingressou no curso de Formação do Ator, promovido pela Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ). Publicitária de formação, graduada pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Administração na área de Marketing Cultural, pela mesma Universidade. Atua como atriz há mais de 20 anos tendo participado de elencos de vários espetáculos. Também faz parte do elenco da banda Moenda Sonora desde 2023.
Pedro Dias da Costa Cenas Curtas
Pedro Dias da Costa, ator, produtor e diretor cultural. Atuou de 1982, no Cenário Cultural Pernambuco, onde desenvolveu vários projetos sócio-culturais, além de participar em diversos espetáculos em Pernambuco e no Rio de Janeiro.
Bruna Luiza Barros Cenas Curtas
Nascida em Recife-PE, Bruna Luiza Barros é atriz-pesquisadora (DRT 4324), sonoplasta e professora, formada em Teatro/Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui mais de 16 anos de experiência na linguagem teatral, com participação em diversos espetáculos e festivais, nacionais e internacionais.
FILIPE ENNDRIO
Filipe Enndrio, (DRT/PE 4087) é ator e diretor teatral, iniciou sua carreira no ano de 2008 no curso de iniciação ao teatro da Galharufas produções. Fez sua estreia profissional no espetáculo A visita da velha senhora com direção de Lúcio Lombardi e desde então vem se dedicando a arte de atuar participando tanto de espetáculos infantis como em comédias.
Fez parte da Trupe do Barulho onde além de protagonista escreveu a peça Allyce no país das Marabibas. No Rio de Janeiro cumpriu temporada no Teatro dos grandes atores com o espetáculo Uma Linda Kuaze Mulher. Na tv participou por 5 anos do programa Papeiro da Cinderela na tv jornal/SBT. Em 2018 fez parte do elenco do especial de Natal da Globo: A presepada. Há 6 anos mantem em atividade um curso de formação teatral para crianças, jovens e adultos, o espaço de artes teatralizar.
JOSÉ MANOEL SOBRINHO
José Manoel Sobrinho é diretor, professor e ator de Teatro. Gestor e produtor cultural, já dirigiu mais de 100 espetáculos, tendo sido diversas vezes premiado. Natural de Bezerros (PE), reside em Recife (PE).
EDIVANE BACTISTA
Edivane Bactista (DRT PE n.º 1005): Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), atua no mercado cultural há 36 anos como atriz, dramaturga, produtora cultural e jornalista. É sócia-administradora da Métron Produções, realizando projetos estruturadores para a cultura de Pernambuco, como os espetáculos ao ar livre "Batalha dos Guararapes" e "O Boi Voador"; o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, que em julho de 2026 chegará à sua 22ª edição, e a exposição "50 Anos de Arte Ferreira". É autora, produtora e atriz dos espetáculos infantis "Grande Circo em Presente de Palhaço" e "Chiquinho, o Caranguejo Ensacolado", que compõem o repertório da Métron Produções.
CLEYTON CABRAL
Cleyton Cabral (DRT/PE 2529) é ator, escritor, dramaturgo, especialista em escrita criativa e consultor de comunicação. Autor de Tempo nublado no céu da boca, O menino da gaiola, Planta baixa e Caderno do fim do mundo, foi vencedor por três anos do Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia. Pesquisa dramaturgias para as infâncias e teve sua obra mais recente nos palcos — Hélio, o balão que não consegue voar — voltada ao tema do autismo. Vive no Recife e atua em projetos que conectam arte, educação e comunicação.
CÉLIA MEIRA
Antes de ler e escrever, dancei. Na frente da TV, imitando os passistas de frevo, nos concursos de passo. Via encantada nas ruas e praças de Recife e Maceió, as La Ursas, pastoris, bois, maracatus e até cavalhadas.
Dos 6 aos 13 anos, fiz Ballet com Edite Barros e Margot Duarte. Aos 18 anos, comecei a atuar profissionalmente, no Balé Popular do Recife, criado sob a inspiração do Movimento Armorial, idealizado por Ariano Suassuna. Ainda na fase de pesquisa junto a grupos e mestres de folguedos tradicionais como bumba meu boi, maracatu, caboclinho, xaxado, para recriação, adaptação de movimentos, passos e montagem de espetáculo cênico. Com o Prosopopéia, um Auto de Guerreiro e o Nordeste, percorremos cidades, do Brasil e de outros países, encantando diferentes plateias, com a força e beleza das nossas danças. O Balé Popular do Recife foi e ainda é modelo para inúmeras companhias e grupos de dança que surgiram desde então. Fui a primeira Rainha do Carnaval de Recife – 1987, eleita em concurso, no qual entrei na passarela dançando, no passo rasgado, sendo a partir daí um critério. Todos os candidatos e candidatas dançam o frevo.
Como bailarina e/ou coreógrafa participei de espetáculos de teatro e dança, como a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém (durante 9 anos), o Auto Jesus e o Natal, o Baile do Menino Deus, Tal &Qual Nada Igual, O Rei e o Jardineiro, Balé Brincantes de Pernambuco, Preto no Branco, entre outros, adultos e infantis. Desde 2011 faço parte do Comitê de Salvaguarda do Frevo (CGSF), integrando a comitiva de artistas presentes na eleição do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, como passista de frevo na apresentação em Paris na sede da Unesco em dezembro 2012.
Em 2014 participei do Intercâmbio/residência artística Portugal-FAFE Cidade das Artes .
Em 2010 e 2014 fui jurada (Dança) no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos.
Graduada em Licenciatura em Educação Artística - Artes Cênicas, pela UFPE, também trabalhei como arte educadora, coreógrafa e/ou bailarina em escolas e ONGs. Entre tantos momentos de processos de Arte Educação, destaco: à frente da Célia Meira Escola de Danças, criei a Companhia Guararapes de Dança, em Piedade; a participação no DACI (Dance and Children International) em Salvador, com alunos da Escola Municipal de Frevo, na época sendo diretora da escola e idealizadora (2003) da Companhia de Frevo da escola. Depois, como coreógrafa da CIA de Frevo, concebi e dirigi o AVESSO DO PASSO, espetáculo comemorativo dos 100 anos do Frevo (2008/2009).
Com formação internacional na área da Dança Circular, sou focalizadora em várias rodas e encontros, desenvolvo coreografias dentro da pedagogia das danças circulares, com foco nas danças e folguedos nordestinos, adaptando para a linguagem da roda, assim divulgando nossos patrimônios culturais imateriais.
RAIMUNDO BRANCO
José Raimundo da Silva Neto (artístico) Raimundo Branco, Dançarino, ator, coreografo, capoeirista e produtor cultural, transita desde 1974 entre o teatro, a capoeira de Angola/ regional e a dança. Foi através da capoeira que iniciou dança no Balé Popular do Recife em 1977, nesse período passa a estudar o ballet clássico e a dança moderna. Fundou a Compassos Cia de Danças em 1990, dirigindo vários espetáculos. Desenvolve desde 2007 o projeto “A Dança Teatro do Cotidiano que originou os espetáculos: Sobre um Paroquiano (2007. TRÊS Mulheres e um bordado de sol (2014), dirige e atua nos espetáculos: “Um pano que limpa o Tempo” solo de PASSO.
MALU VIEIRA
Malu Vieira é circense especializada em aéreos, produtora cultural, professora e fundadora do Casulo - Artes Circenses, espaço dedicado ao ensino, pesquisa e criação em circo em Recife/PE (Brasil). Instrutora Circense pela École Nationale de Cirque (Montreal), foi contemplada 3 vezes pelo prêmio Prêmio Palhaço Cascudo de Incentivo às Artes Circenses. É uma das embaixadoras nordestinas dos Palhaços sem Fronteiras Brasil, idealizadora de inúmeros projetos de aperfeiçoamento para circenses, coordenadora de fomento do Festival de Circo do Brasil e tradutora do livro “Anatomia Aplicada às Artes Aéreas: Guia Ilustrado de Força, Flexibilidade, Treinamento e Prevenção de Lesões”, lançado em junho de 2025. Em complemento à sua atuação na formação, a profissional já realizou a direção artística de números e espetáculos encenados pelos alunos do Casulo, além de trabalhar de forma independente como produtora cultural em outras linguagens artísticas.
GILBERTO TRINDADE
Gilberto Trindade, (DRT/PB 128) é ator, palhaço, professor e diretor-geral do Circo da Trindade, companhia que fundou em 2004 e onde desenvolve pesquisa contínua sobre corpo, riso, ancestralidade e poéticas circenses. Graduado em Ciências Sociais e com formações em História, Filosofia, História da Arte e Pedagogia Waldorf, atua há mais de 25 anos na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.
Como diretor e realizador, assina obras como O Circo da Viúva (livro, documentário e espetáculo), além dos curtas À L’attente e Siempre Siete. No audiovisual, integra produções como A Força da Paixão, Maria e o Cangaço (Disney+) e Guararapes.
Foi gerente de Circo da Prefeitura do Recife, criou a Mostra de Circo do Recife e participa de curadorias e formações em diversas instituições. Autor de artigos e colaborador em pesquisas sobre circo, segue unindo arte, pedagogia e espiritualidade na criação de caminhos para a cultura circense no Brasil.
LEANDRO ALMEIDA
LEANDRO ALMEIDA, músico e professor de música. Formado em 2011 pela UFPE no curso de licenciatura em música e professor da rede municipal de Olinda desde 2013. Participou de vários trabalhos artísticos musicais como o Conjunto Maravilha, Ganga Barreto, entre outros. Possui em sua trajetória alguns espetáculos de teatro, dentre os quais estão: "Mariano, irmão meu"; "Luzia no caminho da águas" com o grupo Engenho de Teatro
TATTO MEDINNI
Tatto Medinni (DRT/PE 2712) é Ator, produtor cultural e fundador do Operários de Teatro – OPTE, começou suas atividades artísticas nos anos 2000, com mais de 30 espetáculos em sua trajetória. Atuou em montagens recentes como “Cara do Pai” (2023), “Kalash” (2022) e “Todas as Vidas do Mundo” (2018).
No OPTE, atuou em montagens recentes como “Cara do Pai” (2023) e integrou a criação de “Jr.” (2016), texto de Marcelino Freire e direção de Alexsandro Souto Maior.
Tem passagem expressiva pelo Grupo Engenho de Teatro, com trabalhos como “Luzia no Caminho das Águas”, “Perdidos e Achados” e “Mariano, Irmão Meu”.
Integrou o Coletivo Angu de Teatro, participando de importantes montagens dirigidas por Marcondes Lima, como “Ópera”, “Rasif – Mar que Arrebenta” e “Ossos”.
Atuou também em espetáculos populares, como “O Baile do Menino Deus” e “A Chegada da Prostituta no Céu”.
Participou do Programa Geografia da Palavra, orientado por Antônio Abujamra, que resultou no espetáculo “Os Possessos” (2008).
BRUNA LUIZA BARROS
Nascida em Recife-PE, Bruna Luiza Barros é atriz-pesquisadora (DRT 4324), sonoplasta e professora, formada em Teatro/Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui mais de 16 anos de experiência na linguagem teatral, com participação em diversos espetáculos e festivais, nacionais e internacionais. É integrante da Cia. de Teatro da UFPE, do Coletivo Resiste e do Coletivo Clímax de Teatro. Atualmente, leciona Teatro para crianças, adolescentes e adultos, em projetos sociais e cursos livres. Acredita na Arte como a principal força de transformação da sociedade.
PEDRO DIAS
Pedro Dias da Costa, (DRT/PE 0246), ator, produtor e diretor cultural.
Atuou de 1982, no Cenário Cultural Pernambuco, onde desenvolveu vários projetos sócio-culturais, além de participar em diversos espetáculos em Pernambuco e no Rio de Janeiro.
Produziu o Programa de Comunicação Popular “Na Boca do Povo”, realizado pelas ETAPAS – Equipe Técnica de Assessoria, Pesquisa e Ação Social, veiculado na rádio Capibaribe AM, em 1993.
Idealizou em 1994, o Projeto “Comunidade vai ao Teatro”, através do qual as comunidades populares tinham acesso aos Teatros do Recife.
Idealizou em 1996 o “Projeto Arranha Céu”, através do qual, espetáculos de Teatro foram encenados em prédios residenciais, com apoio dos seus condôminos.
Animador Cultural de ETAPAS – Equipe Técnica de Assessoria, Pesquisa e Ação Social, em 1994 e 1995.
Facilitador do Curso de Iniciação ao Teatro, Projeto Eu Sou Capaz, pela Comunidade Solidária, em 2002. O curso teve como alunos: Portadores da Síndrome de Down, Deficientes Mentais e os Considerados Normais.
Atualmente faz parte do Projeto Integrante – Centro Pró-Integração Cidadania e Arte. Desde 1997 vem desenvolvendo um trabalho através das artes cênicas, com crianças portadoras da Síndrome de Down e as consideradas Normais.
Arte-Educador/Animador Cultural, Ligadinho, Homem Bola, Programa Superação, Programa Comunidades Especiais, SIPATMA, Ação Integrada, Programa “Parceiros da Energia”, “Celpe com Você no Verão”, “Projeto Colméia”, nas Ações da CELPE, vem realizando esse trabalho desde 2001.
Participação como ator e arte-educador nas empresas como: Compesa, Alcoa, Celpe, Pernambuco da Sorte, Caixa Econômica Federal, Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes, Etapas, Sesc, SESI, Geosistemas.
Ator do Projeto “Seu Volante e sua Turma”, Camaragibe-PE, desde 2022.
De 2023 a 2025 atuou nos espetáculos ENTRE A CRUA E A TORÁ, SENHORA DE ENGENHO e FREI CANECA.
José Mário Austragésilo Teatro
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Pernambuco (1970), mestrado em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (2005) e doutorado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (2013). Atualmente é professor do Departamento com social da Universidade Federal de Pernambuco, diretor de teatro - CASA DE PASSAGEM, facilitador do CENTRO DE DESENVOLVIMNENTO PESSOAL E PROFISSIONAL, produtor e apresentador e radio e tv - NUCLEO DE TV E RADIO DA UFPE, consultor na area de televisão - ESTAÇÃO SAT, prestador de serviço da Fundacão Roberto Marinho, prestador de serviço - Centrais Elétricas do Brasil, prestador de serviço - Centrais Elétricas do Brasil, prestador de serviço da UNIVERSIDADE DO VALE DO SÃO FRANCISCO, prestador de serviço da UNIVERSIDADE DO VALE DO SÃO FRANCISCO, prestador de serviço da Fundacão Roberto Marinho e prestador de serviço da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, musica, comunidade, identidade cultural e comunicação. Produtor, ator e apresentador de programas de rádio, TV e teatro.
Severino Florêncio Teatro
Severino Florêncio é um importante nome na cultura de Caruaru/PE. Conhecido por seu trabalho como ator, diretor de teatro e por toda sua contribuição enquanto supervisor de cultura do SESC Caruaru.
Recebeu o título de cidadão caruaruense em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, onde reside há mais de quatro décadas.
Também foi presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, coleciona vários prêmios no teatro e já se apresentou em turnê pela Europa. Fundou o grupo Arte em Cena em 1987 produzindo grandes espetáculos como: “Quinze Anos Depois”, “Avatar”, “Dorotéia Vai a Guerra”, “Deus Danado” e “A Visita”.
No cinema participou em “As Videntes de Cimbres”, “A Cidade de Quatro Torres”, “O Cangaceiro” e “Ferrolho”.
Integra o elenco da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém há mais de 20 anos.
Maestro Duda Música
Mestra Nice Dança
Filha de cortador de cana, Mestra Nice Teles é uma artista popular negra criada nas tradições interioranas da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Desde os 10 anos acompanhava os pais nos folguedos na cidade de Condado. Desafiando a predominância masculina no Cavalo Marinho e no Maracatu Rural, atua como cantadeira e dançarina. Iniciou sua trajetória como brincante do Cavalo Marinho Estrela Brilhante e hoje está à frente do Maracatu Estrela de Ouro.
Escola Pernambucana de Circo Circo
A Escola Pernambucana de Circo (EPC) surgiu em Recife através de um grupo de artistas e educadores populares, no ano de 1996, com a missão de promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens das classes populares através das artes, especificamente o circo, fortalecendo a identidade cultural, o vínculo social e os valores da cidadania a partir da pedagogia do circo social.
Rose mary Martins Ópera
Possui graduação em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (1993), Graduação em Música Bacharelado em Canto não concluído pela Universidade Federal de Pernambuco (1988) especialização em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco e mestrado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2003). Atualmente é professor adjunto 2 da Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Voz pelo PEPG - Fonoaudiologia da PUC-SP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, Ópera e Gestão Cultural atuando principalmente nos seguintes temas: voz, teatro musical, oralidade teatral, canto lírico, música popular brasileira.
