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O FESTIVAL
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Confirmando-se sol aberto sobre a produção cênica pernambucana, o Janeiro de Grandes Espetáculos estará em cartaz entre os dias 7 de janeiro e 4 de fevereiro de 2026 nos palcos, espaços públicos e culturais do Recife, para jogar luz sobre grupos e montagens, vozes e movimentos que mobilizam temas de ontem e de hoje na capital e no mundo.

Nesta 32ª edição, um dos mais longevos eventos do calendário cultural do estado e de todo o país apresentará 95 obras de teatro adulto e infantil, música, dança e circo. E com muito fôlego para inaugurar uma tradição: a partir de agora, a diversificada curadoria passará a contemplar também o cinema, que será incorporada como linguagem fixa na programação, deste ano em diante. A estreia da sétima arte no festival será no Cinema São Luiz. Outros 12 locais do Recife serão palco para os espetáculos: os teatros de Santa Isabel, Parque, Apolo, Hermilo Borba Filho, Barreto Júnior, Capiba, Arraial Ariano Suassuna e André Filho (Espaço Fiandeiros), e também a Casa de Alzira e as praças do Arsenal e do Campo Santo.

Além da capital, os municípios de Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe riz e palhaça Fabiana Pirro, além da cantora, compositora e atriz Louise, filha de Chico Science.

Música e ópera - E essa não será a única participação de Louise na programação. A artista volta a subir aos palcos do Janeiro no dia 15, para um show solo no Teatro do Parque. Ela acaba de lançar “Insônia”, single composto em parceria com Barro, que mistura R&B e trip-hop, anunciando uma guinada na sua carreira e prenunciando a chegada do EP “Notívaga”.

Entre os quase 20 shows que serão oferecidos pelo Janeiro, irão se apresentar Liv Morais, Lucy Alves, Cristina Amaral e Natasha Falcão, todas juntas no espetáculo “Elas Cantam Elba”, no Teatro do Parque, dia 21; Igor de Carvalho e Moreno Veloso, que cantarão com Lula Queiroga e Karina Buhr no Teatro de Santa Isabel, dia 30; e o Afoxé Oxum Pandá, fazendo festa para Oxum no palco do Teatro Hermilo, dia 30. Espalhando muitos decibéis de novidades na tradicional e ensolarada maratona cênica, a ópera chega com o espetáculo “Anastácia”, no Santa Isabel, dia 31.

“O Janeiro segue se reinventando para se confirmar o que sempre foi: uma fonte excepcional de formação e fruição das artes no estado e um grande movimento artístico profissional, que eclode a dignidade do artista e sua relação com a sociedade pernambucana! Feliz é a cidade que mantém viva suas ferramentas culturais na sua própria evolução!”, celebra Paulo de Pontes, também à frente da concepção e realização do festival.

Teatro - Como de costume, o teatro será a linguagem que falará mais alto na programação do festival. Ao todo, serão oferecidas 47 peças adultas e 14 montagens infantis. Entre os destaques, está o espetáculo “Auto da Compadecida”, dos diretores recifenses Eron Villar e Célio Pontes. A obra revisita a emblemática dramaturgia de Ariano Suassuna, que completaria 100 anos em 2027, propondo uma fusão vibrante entre o rico universo da cultura popular nordestina e as dinâmicas do teatro contemporâneo. A peça fará sua estreia no Santa Isabel, em duas sessões, nos dias 9 e 10.

Para esta edição o JGE faz novamente a parceria com a Cia Animée e acopla à programação de Circo o Festival PalhaçAria - Festival Internacional de Palhaças do Recife 5ª edição que traz palhaças de outros estados do Brasil e de Portugal.

Entre as montagens adultas, destacam-se ainda “Vossa Mamulegência”, “Ophélia”, o musical “Francisco, Um Instrumento de Paz”, “Dom Casmurro”, “Meus 20 Minutos de Recreio”, “Pedras, Flor e Espinho”, “Cantigas de Fiar”, “MCP - O Sonho não Acabou”, “Só Resta Poeira para Trás”, “Medeia”, o clássico “Um Sábado em 30”, cuja primeira e mais famosa montagem leva a assinatura do Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP), tendo estreado nos idos da década de 1960. Quatro leituras dramatizadas compõem a grade e serão apresentadas no Teatro André Filho, no Espaço Fiandeiros.

QUEM ORGANIZA

Os artistas são o alicerce e a força que sustenta e impulsiona a Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (APACEPE). Seja no palco, em meio aos holofotes, ou nos bastidores, criando, produzindo, dando assistência, quem vive da arte é a razão da nossa existência. Além de defendermos em todos os espaços oportunos os interesses desses profissionais, também trabalhamos a formação, com foco no empreendedorismo, no fortalecimento do mercado cultural e da economia criativa. A nossa ação concatena-se também com desenvolvimento da educação, do turismo cultural, das manifestações populares, da arte e da tecnologia. Com esse propósito, construímos uma tradição!

São 37 anos, ou seja, quase quatro décadas, na linha de frente dos profissionais bravios da arte, realizando eventos importantes para divulgação e valorização do trabalho, a geração de oportunidades e o reconhecimento destes pela história artística de Pernambuco. Como exemplo, podemos citar o Janeiro de Grande espetáculos, que chega agora à 31ª edição, a Paixão de Cristo do Recife e a mediação do caminho entre a nossa arte local e o Brasil e o mundo. Trabalhamos meticulosamente, produzindo cada detalhe para oferecer o melhor espetáculo e contemplar a sua melhor emoção, o seu melhor sorriso e o seu melhor aplauso.

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CONSELHO CONSULTIVO

O Janeiro dos Grandes Espetáculos, já na sua 29ª edição, ganhou imensuráveis proporções artísticas, políticas e geográficas. Para garantir um direcionamento compatível com essas dimensões, em 2019 foi instituído o Conselho Consultivo do Janeiro de Grandes Espetáculos (CCJGE).

Este colegiado - independente, autônomo e de caráter consultivo - é formado por artistas e personalidades proeminentes pelo seu amplo conhecimento do mundo das artes. Seus focos abrangem a representatividade de gênero, etnia e regionalidade, assim como a discussão e elaboração de pautas e recomendações voltadas ao aperfeiçoamento de cada detalhe do JGE. A análise e deliberação das recomendações feitas pelo CCJGE é de responsabilidade da Apacepe.

Contribuir para a pluralidade das atividades artísticas dentro da grade de programação do JGE; Propor ações de conteúdo artístico e pedagógico;

Contribuir para a resolução de problemas que possam advir de eventuais situações emergenciais, ao longo da realização do festival;

Pensar e propor mecanismos que possam garantir a plena liberdade de expressão artística, estética e humana dentro do festival;

Sugerir demandas para melhoria do JGE, como forma de composição das comissões, de avaliação de projetos e premiação e participar ativamente da escolha da Gerência de Programação do festival;

Contribuir, de forma estratégica, para o aperfeiçoamento e aprimoramento das ações de cada edição, garantindo um projeto cada vez mais inclusivo, democrático e transformador.

Gestão do 1º Conselho Consultivo (2019/2020)

Atuação: fevereiro de 2019 a fevereiro de 2021
André Filho, Antônio Rodrigues, Maria de Fátima Aguiar e Paulo de Pontes.
Mediação: Iris Macedo.

Gestão do 2º Conselho Consultivo (2021/2022)

Atuação: evereiro de 2021 a fevereiro de 2023
Fátima Pontes, Luiz Felipe Botelho, Gheuza, Márcia Luz e Sharlene Esse.
Mediação: Paulo de Pontes.

Gestão do 3º Conselho Consultivo (2023/2024/2025)

Atuação: fevereiro de 2023 a fevereiro de 2025
Álcio Soares, Genivaldo Francisco da Silva e Simone Figueiredo.
Mediação: Paulo de Pontes.

Gestão do 4º Conselho Consultivo (2026/2028)

Atuação: fevereiro de 2025 a fevereiro de 2028
Rudimar Constâncio, Everson Melquíades e Júnior Sampaio.
Mediação: Paulo de Pontes.

GERÊNCIA DE PROGRAMAÇÃO

COMISSÃO DE SELEÇÃO

À Comissão de Seleção do Janeiro de Grandes Espetáculos, cabe a escolha dos projetos que vão conquistar o coração do público, que causem expectativa, alegria, que estimulem as melhores emoções. Por essa razão, quem recebe esta missão, possui ampla experiência nas mais diversas linguagens e áreas de atuação artística. Com base nesse know-how, é decida a programação que te emociona e te leva a ansiar por cada nova edição JGE. Essa comissão sabe equilibrar com maestria técnica, encantamento e abordagem, resultando em experiências artísticas impactantes e singulares.

Rudimar Constâncio

Historiador; Pesquisador; Professor; Arte/Educador; Ator; Diretor Teatral; Pós- doutorando, UFPE, 2024/2025; Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Londrina, PR, 2018/2022; Mestre em Ciências da Educação pela Universidade da Madeira (UMa, em Portugal), 2013/2015; Especialista em Ensino das Artes (UFPE) 2006/2008; na atualidade é o Consultor e Curador do IX Congresso Internacional SESC de Arte/ Educação; Foi Gerente Executivo do Sesc Piedade por 25 anos e Gerente Regional de Cultura por 5 anos.

Everson Melquíades

Everson Melquíades Ator; Arte/Educador; Pesquisador social; Professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Diretor Presidente da Escolinha de Arte do Recife e Doutor em Educação pela UFPE. Atua na área da Cultura, da Arte, da Educação e nos Movimentos Sociais e Populares desde 1988.

Júnior Sampaio

1963 – Salgueiro – PE – Brasil), Luso – Brasileiro, Ator, Dramaturgo, Encenador e Professor. Mestre em Interpretação/Encenação pelo Instituto Politécnico do Porto – IPP - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo – ESMAE, Porto – Portugal. Profissionalizou- se no Teatro/Escola Macunaíma (São Paulo), onde foi distinguido com o Prémio de Melhor Ator em “Vítimas do Dever”, de Eugéne Ionesco. É Diretor Artístico desde a sua formação, durante 32 anos, do ENTREtanto TEATRO, companhia de teatro residente 30 anos em Portugal e atualmente reside na cidade do Recife – Pernambuco - Brasil.

Paulo de Castro

A bagagem de Paulo de Castro, produtor-geral do JGE, envolve ampla experiência como artista e como representante da classe artística. Paulo de Castro assinou a produção de mais de 50 musicais, atuou em dezenas de espetáculos, e participou, na condição de programador, de diversos festivais na América Latina, Europa e China. A produção da Mostra Brasileira de Dança também tem a sua assinatura. Natural de Caiçara, na Paraíba, Paulo de Castro recebeu cidadanias Recifense e Pernambucana da Câmara Municipal de Recife e da Assembleia Legislativa do Estado. À frente da classe artística, encabeçou a Federação de Teatro Amador de Pernambuco (Fetaepe) e o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão (Sated/PE)

Paulo de Pontes

Ator e diretor, natural do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira no Recife em 1984. Atuou em mais de cem espetáculos teatrais, em TV e cinema. Atualmente, integra o elenco dos espetáculos Sueño e O Ninho, Um Recado da Raiz, de Newton Moreno, e dirige Yerma Atemporal, de Simone Figueiredo. Na televisão, fez os seriados A Diarista e A Fórmula, a minissérie Amorteamo, o filme especial A Presepada, O Sertão Vai Virar Mar, todos na Globo. No SBT, atuou nas novelas Polyana Moça, Carinha de Anjo e Amigas e Rivais. No JGE, é coordenador do Conselho Consultivo, da Comissão de Seleção e da comissão julgadora e integra a Gerência de Programação.

Ângela Fischer Dança | Circo

Ângela Maria Fischer Ferreira, nascida em 03 de junho de 1956, é uma das mais importantes referências da dança popular brasileira. Co-fundadora do Balé Popular do Recife em 1977, participou da criação, montagem e atuação de todos os espetáculos do grupo. Coordenadora administrativa, coreógrafa e aderecista, Ângela também assinou a direção artística de grandes eventos e diversas temporadas do Balé Popular do Recife no Teatro Apolo. Com sólida carreira internacional, representou o Brasil em países como França, Israel, Canadá, Argentina, Holanda, Cuba, Portugal, China e Venezuela. Para saber mais sobre ela. Ela faz parte da Comissão de Seleção do JGE 2026.

Eron Villar Teatro

Eron Villar é ator, diretor, iluminador e dramaturgo, escritor e roteirista (DRT 3543/PE), possui 28 anos de carreira artística, já participou de mais de 50 espetáculos de teatro e dança, com alguns prêmios e viagens internacionais na mochila como França, Argentina, República Dominicana, Paraguai, Uruguai, Cuba e Espanha. Formado como ator pelo Curso Regular de Teatro do SESC (1999) e graduado em Licenciatura Em Educação Artística - Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Doutorando e Mestre em Estudos Literários pela UFPE (2023). Faz assistência de direção e iluminação da Paixão de Cristo do Recife, desde 2019.

Walmir Chagas Teatro | Música

Mayra Waquim Circo | Dança

Mayra Waquim teve seu encontro com a arte teatral em 1998 quando ingressou no curso de Formação do Ator, promovido pela Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ). Publicitária de formação, graduada pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Administração na área de Marketing Cultural, pela mesma Universidade. Atua como atriz há mais de 20 anos tendo participado de elencos de vários espetáculos. Também faz parte do elenco da banda Moenda Sonora desde 2023.

Pedro Dias da Costa Cenas Curtas

Pedro Dias da Costa, ator, produtor e diretor cultural. Atuou de 1982, no Cenário Cultural Pernambuco, onde desenvolveu vários projetos sócio-culturais, além de participar em diversos espetáculos em Pernambuco e no Rio de Janeiro.

Bruna Luiza Barros Cenas Curtas

Nascida em Recife-PE, Bruna Luiza Barros é atriz-pesquisadora (DRT 4324), sonoplasta e professora, formada em Teatro/Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui mais de 16 anos de experiência na linguagem teatral, com participação em diversos espetáculos e festivais, nacionais e internacionais.

FILIPE ENNDRIO

Filipe Enndrio, (DRT/PE 4087) é ator e diretor teatral, iniciou sua carreira no ano de 2008 no curso de iniciação ao teatro da Galharufas produções. Fez sua estreia profissional no espetáculo A visita da velha senhora com direção de Lúcio Lombardi e desde então vem se dedicando a arte de atuar participando tanto de espetáculos infantis como em comédias.

Fez parte da Trupe do Barulho onde além de protagonista escreveu a peça Allyce no país das Marabibas. No Rio de Janeiro cumpriu temporada no Teatro dos grandes atores com o espetáculo Uma Linda Kuaze Mulher. Na tv participou por 5 anos do programa Papeiro da Cinderela na tv jornal/SBT. Em 2018 fez parte do elenco do especial de Natal da Globo: A presepada. Há 6 anos mantem em atividade um curso de formação teatral para crianças, jovens e adultos, o espaço de artes teatralizar.

JOSÉ MANOEL SOBRINHO

José Manoel Sobrinho é diretor, professor e ator de Teatro. Gestor e produtor cultural, já dirigiu mais de 100 espetáculos, tendo sido diversas vezes premiado. Natural de Bezerros (PE), reside em Recife (PE).

EDIVANE BACTISTA

Edivane Bactista (DRT PE n.º 1005): Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), atua no mercado cultural há 36 anos como atriz, dramaturga, produtora cultural e jornalista. É sócia-administradora da Métron Produções, realizando projetos estruturadores para a cultura de Pernambuco, como os espetáculos ao ar livre "Batalha dos Guararapes" e "O Boi Voador"; o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, que em julho de 2026 chegará à sua 22ª edição, e a exposição "50 Anos de Arte Ferreira". É autora, produtora e atriz dos espetáculos infantis "Grande Circo em Presente de Palhaço" e "Chiquinho, o Caranguejo Ensacolado", que compõem o repertório da Métron Produções.

CLEYTON CABRAL

Cleyton Cabral (DRT/PE 2529) é ator, escritor, dramaturgo, especialista em escrita criativa e consultor de comunicação. Autor de Tempo nublado no céu da boca, O menino da gaiola, Planta baixa e Caderno do fim do mundo, foi vencedor por três anos do Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia. Pesquisa dramaturgias para as infâncias e teve sua obra mais recente nos palcos — Hélio, o balão que não consegue voar — voltada ao tema do autismo. Vive no Recife e atua em projetos que conectam arte, educação e comunicação.

CÉLIA MEIRA

Antes de ler e escrever, dancei. Na frente da TV, imitando os passistas de frevo, nos concursos de passo. Via encantada nas ruas e praças de Recife e Maceió, as La Ursas, pastoris, bois, maracatus e até cavalhadas.

Dos 6 aos 13 anos, fiz Ballet com Edite Barros e Margot Duarte. Aos 18 anos, comecei a atuar profissionalmente, no Balé Popular do Recife, criado sob a inspiração do Movimento Armorial, idealizado por Ariano Suassuna. Ainda na fase de pesquisa junto a grupos e mestres de folguedos tradicionais como bumba meu boi, maracatu, caboclinho, xaxado, para recriação, adaptação de movimentos, passos e montagem de espetáculo cênico. Com o Prosopopéia, um Auto de Guerreiro e o Nordeste, percorremos cidades, do Brasil e de outros países, encantando diferentes plateias, com a força e beleza das nossas danças. O Balé Popular do Recife foi e ainda é modelo para inúmeras companhias e grupos de dança que surgiram desde então. Fui a primeira Rainha do Carnaval de Recife – 1987, eleita em concurso, no qual entrei na passarela dançando, no passo rasgado, sendo a partir daí um critério. Todos os candidatos e candidatas dançam o frevo.

Como bailarina e/ou coreógrafa participei de espetáculos de teatro e dança, como a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém (durante 9 anos), o Auto Jesus e o Natal, o Baile do Menino Deus, Tal &Qual Nada Igual, O Rei e o Jardineiro, Balé Brincantes de Pernambuco, Preto no Branco, entre outros, adultos e infantis. Desde 2011 faço parte do Comitê de Salvaguarda do Frevo (CGSF), integrando a comitiva de artistas presentes na eleição do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, como passista de frevo na apresentação em Paris na sede da Unesco em dezembro 2012. Em 2014 participei do Intercâmbio/residência artística Portugal-FAFE Cidade das Artes .
Em 2010 e 2014 fui jurada (Dança) no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos.

Graduada em Licenciatura em Educação Artística - Artes Cênicas, pela UFPE, também trabalhei como arte educadora, coreógrafa e/ou bailarina em escolas e ONGs. Entre tantos momentos de processos de Arte Educação, destaco: à frente da Célia Meira Escola de Danças, criei a Companhia Guararapes de Dança, em Piedade; a participação no DACI (Dance and Children International) em Salvador, com alunos da Escola Municipal de Frevo, na época sendo diretora da escola e idealizadora (2003) da Companhia de Frevo da escola. Depois, como coreógrafa da CIA de Frevo, concebi e dirigi o AVESSO DO PASSO, espetáculo comemorativo dos 100 anos do Frevo (2008/2009).

Com formação internacional na área da Dança Circular, sou focalizadora em várias rodas e encontros, desenvolvo coreografias dentro da pedagogia das danças circulares, com foco nas danças e folguedos nordestinos, adaptando para a linguagem da roda, assim divulgando nossos patrimônios culturais imateriais.

RAIMUNDO BRANCO

José Raimundo da Silva Neto (artístico) Raimundo Branco, Dançarino, ator, coreografo, capoeirista e produtor cultural, transita desde 1974 entre o teatro, a capoeira de Angola/ regional e a dança. Foi através da capoeira que iniciou dança no Balé Popular do Recife em 1977, nesse período passa a estudar o ballet clássico e a dança moderna. Fundou a Compassos Cia de Danças em 1990, dirigindo vários espetáculos. Desenvolve desde 2007 o projeto “A Dança Teatro do Cotidiano que originou os espetáculos: Sobre um Paroquiano (2007. TRÊS Mulheres e um bordado de sol (2014), dirige e atua nos espetáculos: “Um pano que limpa o Tempo” solo de PASSO.

MALU VIEIRA

Malu Vieira é circense especializada em aéreos, produtora cultural, professora e fundadora do Casulo - Artes Circenses, espaço dedicado ao ensino, pesquisa e criação em circo em Recife/PE (Brasil). Instrutora Circense pela École Nationale de Cirque (Montreal), foi contemplada 3 vezes pelo prêmio Prêmio Palhaço Cascudo de Incentivo às Artes Circenses. É uma das embaixadoras nordestinas dos Palhaços sem Fronteiras Brasil, idealizadora de inúmeros projetos de aperfeiçoamento para circenses, coordenadora de fomento do Festival de Circo do Brasil e tradutora do livro “Anatomia Aplicada às Artes Aéreas: Guia Ilustrado de Força, Flexibilidade, Treinamento e Prevenção de Lesões”, lançado em junho de 2025. Em complemento à sua atuação na formação, a profissional já realizou a direção artística de números e espetáculos encenados pelos alunos do Casulo, além de trabalhar de forma independente como produtora cultural em outras linguagens artísticas.

GILBERTO TRINDADE

Gilberto Trindade, (DRT/PB 128) é ator, palhaço, professor e diretor-geral do Circo da Trindade, companhia que fundou em 2004 e onde desenvolve pesquisa contínua sobre corpo, riso, ancestralidade e poéticas circenses. Graduado em Ciências Sociais e com formações em História, Filosofia, História da Arte e Pedagogia Waldorf, atua há mais de 25 anos na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Como diretor e realizador, assina obras como O Circo da Viúva (livro, documentário e espetáculo), além dos curtas À L’attente e Siempre Siete. No audiovisual, integra produções como A Força da Paixão, Maria e o Cangaço (Disney+) e Guararapes.

Foi gerente de Circo da Prefeitura do Recife, criou a Mostra de Circo do Recife e participa de curadorias e formações em diversas instituições. Autor de artigos e colaborador em pesquisas sobre circo, segue unindo arte, pedagogia e espiritualidade na criação de caminhos para a cultura circense no Brasil.

LEANDRO ALMEIDA

LEANDRO ALMEIDA, músico e professor de música. Formado em 2011 pela UFPE no curso de licenciatura em música e professor da rede municipal de Olinda desde 2013. Participou de vários trabalhos artísticos musicais como o Conjunto Maravilha, Ganga Barreto, entre outros. Possui em sua trajetória alguns espetáculos de teatro, dentre os quais estão: "Mariano, irmão meu"; "Luzia no caminho da águas" com o grupo Engenho de Teatro

TATTO MEDINNI

Tatto Medinni (DRT/PE 2712) é Ator, produtor cultural e fundador do Operários de Teatro – OPTE, começou suas atividades artísticas nos anos 2000, com mais de 30 espetáculos em sua trajetória. Atuou em montagens recentes como “Cara do Pai” (2023), “Kalash” (2022) e “Todas as Vidas do Mundo” (2018).

No OPTE, atuou em montagens recentes como “Cara do Pai” (2023) e integrou a criação de “Jr.” (2016), texto de Marcelino Freire e direção de Alexsandro Souto Maior.
Tem passagem expressiva pelo Grupo Engenho de Teatro, com trabalhos como “Luzia no Caminho das Águas”, “Perdidos e Achados” e “Mariano, Irmão Meu”.
Integrou o Coletivo Angu de Teatro, participando de importantes montagens dirigidas por Marcondes Lima, como “Ópera”, “Rasif – Mar que Arrebenta” e “Ossos”.
Atuou também em espetáculos populares, como “O Baile do Menino Deus” e “A Chegada da Prostituta no Céu”.

Participou do Programa Geografia da Palavra, orientado por Antônio Abujamra, que resultou no espetáculo “Os Possessos” (2008).

BRUNA LUIZA BARROS

Nascida em Recife-PE, Bruna Luiza Barros é atriz-pesquisadora (DRT 4324), sonoplasta e professora, formada em Teatro/Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui mais de 16 anos de experiência na linguagem teatral, com participação em diversos espetáculos e festivais, nacionais e internacionais. É integrante da Cia. de Teatro da UFPE, do Coletivo Resiste e do Coletivo Clímax de Teatro. Atualmente, leciona Teatro para crianças, adolescentes e adultos, em projetos sociais e cursos livres. Acredita na Arte como a principal força de transformação da sociedade.

PEDRO DIAS

Pedro Dias da Costa, (DRT/PE 0246), ator, produtor e diretor cultural.
Atuou de 1982, no Cenário Cultural Pernambuco, onde desenvolveu vários projetos sócio-culturais, além de participar em diversos espetáculos em Pernambuco e no Rio de Janeiro.
Produziu o Programa de Comunicação Popular “Na Boca do Povo”, realizado pelas ETAPAS – Equipe Técnica de Assessoria, Pesquisa e Ação Social, veiculado na rádio Capibaribe AM, em 1993. Idealizou em 1994, o Projeto “Comunidade vai ao Teatro”, através do qual as comunidades populares tinham acesso aos Teatros do Recife.
Idealizou em 1996 o “Projeto Arranha Céu”, através do qual, espetáculos de Teatro foram encenados em prédios residenciais, com apoio dos seus condôminos.
Animador Cultural de ETAPAS – Equipe Técnica de Assessoria, Pesquisa e Ação Social, em 1994 e 1995.
Facilitador do Curso de Iniciação ao Teatro, Projeto Eu Sou Capaz, pela Comunidade Solidária, em 2002. O curso teve como alunos: Portadores da Síndrome de Down, Deficientes Mentais e os Considerados Normais.

Atualmente faz parte do Projeto Integrante – Centro Pró-Integração Cidadania e Arte. Desde 1997 vem desenvolvendo um trabalho através das artes cênicas, com crianças portadoras da Síndrome de Down e as consideradas Normais.
Arte-Educador/Animador Cultural, Ligadinho, Homem Bola, Programa Superação, Programa Comunidades Especiais, SIPATMA, Ação Integrada, Programa “Parceiros da Energia”, “Celpe com Você no Verão”, “Projeto Colméia”, nas Ações da CELPE, vem realizando esse trabalho desde 2001.
Participação como ator e arte-educador nas empresas como: Compesa, Alcoa, Celpe, Pernambuco da Sorte, Caixa Econômica Federal, Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes, Etapas, Sesc, SESI, Geosistemas.

Ator do Projeto “Seu Volante e sua Turma”, Camaragibe-PE, desde 2022.
De 2023 a 2025 atuou nos espetáculos ENTRE A CRUA E A TORÁ, SENHORA DE ENGENHO e FREI CANECA.

José Mário Austragésilo Teatro

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Pernambuco (1970), mestrado em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (2005) e doutorado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (2013). Atualmente é professor do Departamento com social da Universidade Federal de Pernambuco, diretor de teatro - CASA DE PASSAGEM, facilitador do CENTRO DE DESENVOLVIMNENTO PESSOAL E PROFISSIONAL, produtor e apresentador e radio e tv - NUCLEO DE TV E RADIO DA UFPE, consultor na area de televisão - ESTAÇÃO SAT, prestador de serviço da Fundacão Roberto Marinho, prestador de serviço - Centrais Elétricas do Brasil, prestador de serviço - Centrais Elétricas do Brasil, prestador de serviço da UNIVERSIDADE DO VALE DO SÃO FRANCISCO, prestador de serviço da UNIVERSIDADE DO VALE DO SÃO FRANCISCO, prestador de serviço da Fundacão Roberto Marinho e prestador de serviço da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, musica, comunidade, identidade cultural e comunicação. Produtor, ator e apresentador de programas de rádio, TV e teatro.

Severino Florêncio Teatro

Severino Florêncio é um importante nome na cultura de Caruaru/PE. Conhecido por seu trabalho como ator, diretor de teatro e por toda sua contribuição enquanto supervisor de cultura do SESC Caruaru.
Recebeu o título de cidadão caruaruense em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, onde reside há mais de quatro décadas.
Também foi presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, coleciona vários prêmios no teatro e já se apresentou em turnê pela Europa. Fundou o grupo Arte em Cena em 1987 produzindo grandes espetáculos como: “Quinze Anos Depois”, “Avatar”, “Dorotéia Vai a Guerra”, “Deus Danado” e “A Visita”.
No cinema participou em “As Videntes de Cimbres”, “A Cidade de Quatro Torres”, “O Cangaceiro” e “Ferrolho”.
Integra o elenco da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém há mais de 20 anos.

Maestro Duda Música

Mestra Nice Dança

Filha de cortador de cana, Mestra Nice Teles é uma artista popular negra criada nas tradições interioranas da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Desde os 10 anos acompanhava os pais nos folguedos na cidade de Condado. Desafiando a predominância masculina no Cavalo Marinho e no Maracatu Rural, atua como cantadeira e dançarina. Iniciou sua trajetória como brincante do Cavalo Marinho Estrela Brilhante e hoje está à frente do Maracatu Estrela de Ouro.

Escola Pernambucana de Circo Circo

A Escola Pernambucana de Circo (EPC) surgiu em Recife através de um grupo de artistas e educadores populares, no ano de 1996, com a missão de promover a inclusão de crianças, adolescentes e jovens das classes populares através das artes, especificamente o circo, fortalecendo a identidade cultural, o vínculo social e os valores da cidadania a partir da pedagogia do circo social.

Rose mary Martins Ópera

Possui graduação em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (1993), Graduação em Música Bacharelado em Canto não concluído pela Universidade Federal de Pernambuco (1988) especialização em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco e mestrado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2003). Atualmente é professor adjunto 2 da Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Voz pelo PEPG - Fonoaudiologia da PUC-SP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, Ópera e Gestão Cultural atuando principalmente nos seguintes temas: voz, teatro musical, oralidade teatral, canto lírico, música popular brasileira.