Sinopse
Texto dramatizado por Gonzaga Leal
Com este monólogo entramos na narrativa da fantasia, da alucinação, matérias primas da loucura, ou seja, a única possibilidade para o indivíduo se apresentar como louco. Althusser tenta, através da escrita, enfrentar o que o levou a estrangular Hèléne. Sua situação jurídica o condenou ao silêncio. Ele se tornou a partir dali uma "não pessoa", um morto vivo, um desaparecido. Seu relato revela um homem terrivelmente solitário. O labirinto incontrolável da loucura salvou seu humanismo.
Ficha técnica
DIREÇÃO - GONZAGA LEAL
INTERPRETAÇÃO - GERMANO HAUIT
MÚSICA - FABIANO MENEZES
ILUMINAÇÃO/FOTOGRAFIA - AMAURY CARVALHO
PRODUÇÃO - ALYNE VIEIRA, CARLOS DO VALE, KATHLEEN ALBUQUERQUE, BÁRBARA BUZATTI, RICARDO VENDRAMINI
CENOGRAFIA - RICARDO VENDRAMINI, KATHLEEN ALBUQUERQUE, BÁRBARA BUZATTI, MARIA OLIVEIRA
